Medida em milissegundos, a latência da rede é o tempo que um visitante de um site leva para que sua solicitação seja processada, o servidor comece a enviar os dados e, assim, este indivíduo se conecte ao servidor da web.

Levando isso em consideração, algumas estratégias podem ser lançadas para que este processo seja acelerado e uma delas é o uso da CDN, que diminui esta latência e, consequentemente, entrega uma melhor experiência para o usuário.

Entenda agora este conceito e comece já a implementá-la na sua rotina online:

A medição da latência

A medição da latência geralmente é feita diante de duas possibilidades de métodos: a RTT e a TTFB.

Na RTT, o cálculo é feito usando um ping, uma ferramenta de linha de comando que rejeita uma solicitação do usuário em um servidor e calcula quanto tempo leva para ela retornar ao dispositivo. Aqui, na maioria dos casos, a taxa deste ping fornece uma avaliação relativamente precisa da latência.

Já a TTFB corresponde ao tempo necessário para o navegador de um usuário começar a carregar uma página da Web, após o servidor receber uma solicitação inicial. Para isso, existem duas medidas: a de tempo real e de tempo percebido.

Os fatores que afetam a latência

Existem alguns fatores que podem afetar a latência, seja no desempenho do servidor, na RTT ou na TTFB. Seriam eles:

• Desempenho do servidor: neste caso, a latência do site possui uma correlação com as métricas de desempenho do servidor, incluindo sua velocidade, o hardware usado e a memória RAM disponível.

• RTT: uma Round-trip é a jornada realizada por uma solicitação de objeto (por exemplo, arquivos HTML, folhas de estilo e arquivos de script) para o servidor da web, em sua viagem de ida e volta para o usuário. Tendo isso em vista, seu tempo de RTT é afetado principalmente pela distância entre o servidor da web e este indivíduo, bem como pelo número de pontos intermediários pelos quais uma conexão passa.

• TTFB: em ambas as medidas TTFB, é possível que elas sejam afetadas pela velocidade, pela conectividade de rede, pelo tempo que leva para que um arquivo HTML seja analisado, pela pré-pool de conexão TCP e pela renderização progressiva da imagem.

Usando CDN para reduzir a latência

A CDN pode ser usada para reduzir a latência da rede, melhorando o desempenho geral do site e o User Experience (UX), ou seja, a experiência do usuário. Dessa forma, entre outros métodos, isso pode ser feito através de cachês de conteúdo e da otimização de conexão.

No primeiro caso, as CDNs armazenam em cachê e compactam versões espelhadas de suas páginas da web, que são alocadas em data centers estrategicamente posicionados. O conteúdo, então, é entregue aos usuários com base em sua localização geográfica, reduzindo assim os tempos de ida e volta e a latência.

No segundo, as CDNs otimizam as conexões entre usuários e servidores de origem, através da reutilização de sessão, pré-pool de TCP e peering de rede. Portanto, as CDNs premium aceleram ainda mais a comunicação, roteando o tráfego através de um backbone de rede.

Além disso, as CDNs também melhoram o tempo de carregamento da página do site por meio de técnicas de otimização de front-end (FEO). E tem mais: quando se trata da singular CDN, que possui o maior número de servidores no Brasil, é possível entregar uma baixa latência para todos os usuários, garantindo mais estabilidade e uma experiência de rede inigualável.

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