Você já parou para pensar quantos vídeos assistiu hoje? Ou ainda, quanto tempo do seu dia foi gasto com vídeos online? Sem dúvida nenhuma, o consumo de vídeos no Brasil tem crescido a cada ano. E com isso, temos um novo padrão de consumo, incluindo o fato de que a TV tradicional tem perdido cada vez mais espaço.

O Youtube, por exemplo, como uma das principais plataformas de vídeo no mundo, tem sido responsável pela maneira como adquirimos produtos do mercado, fazendo parte integrante do processo de compra do consumidor nos dias de hoje.

Falar sobre o consumo de vídeos no Brasil será o objetivo do nosso artigo, mostrando como esse recurso se tornou responsável pela definição de tendências atuais e futuras. Fica com a gente até o final.

Consumo de vídeos no Brasil: contra números não há argumentos

Publicado recentemente pelo Google, a pesquisa Video Viewers, publicada no site Think with Google, mostra dados interessantes sobre o consumo de vídeos no Brasil e nos apresenta a realidade atual da nossa população, servindo de orientação para as empresas que ainda não acreditam no poder dos vídeos.

Além de reforçar o poder do YouTube, a pesquisa nos mostra informações sobre o comportamento do brasileiro.

  1. A dedicação do brasileiro assistindo a vídeos tem aumentado a cada ano desde 2014. Os números apresentados pela pesquisa, mostra que o consumo de vídeos online cresce num ritmo bem maior que o da TV, chegando a 135% quando comparado com o consumo de vídeos através da televisão que ficou apenas com 13% em quatro anos.

  2. Entre 2014 e 2018, a pesquisa nos mostra que as horas semanais dedicadas a assistir TV cresceu pouca coisa: saindo de 21,9 para de 24,8, enquanto o consumo de vídeos no Brasil através das plataformas saltou de 8,1 para 19 horas por semana.

  3. A procura por conteúdo ou programação também tem um valor significativo na pesquisa, onde 80% dos consumidores online procuram por algo que a TV simplesmente não oferece.

  4. A procura pela TV paga também está sofrendo com o consumo de vídeos no Brasil, mesmo com a facilidade de acesso que ocorreu nos últimos anos, 74% dos consumidores dizem que não tem a intenção de contratar um serviço de televisão por assinatura.

  5. A mudança no conceito de segunda tela é outro ponto que vale destaque nos resultados da pesquisa.  Até pouco tempo atrás, assistir à TV era algo que as pessoas faziam em paralelo a outras coisas, o celular era considerado como “segunda tela”. Hoje, apenas 18% dos consumidores declaram dar atenção ao que estão assistindo na TV. Portanto, para muitos, o Smartphone se tornou a tela principal.

Os consumidores usam o vídeo como parte do processo de compra

Quando se trata da maneira como os usuários buscam informações sobre produtos de consumo, o YouTube e o Google são considerados as principais ferramentas.  

Os compradores em potencial costumam utilizam o buscador do Google para pesquisar os melhores preços e quando se trata do YouTube, ele é mais usado para pesquisa e descoberta sobre opiniões em geral e recomendações.

Vale destacar que apesar de sua forte presença frente ao consumo de vídeos no Brasil, o YouTube não é a única plataforma utilizada para influenciar no processo de compra. As empresas já perceberam a importância de investir nesse recurso audiovisual e aplicam cada vez mais seus recursos em outros formatos.

Outros meios digitais utilizados no consumo de vídeos no Brasil, além do YouTube, apresentados na pesquisa do Google, destaca-se:

  • Netflix;

  • WhatsApp;

  • Facebook;

  • Instagram;

  • Entre outros.

Por fim, a pesquisa completa apresenta muitas informações que valem como insights para empresas de diversos segmentos, mostrando com mais detalhes o padrão e as razões do consumo de vídeo no Brasil, vale muito a pena a leitura.

Porém, o principal objetivo deste estudo de referência, não é mostrar o poder do YouTube, algo que até já sabemos, mas a lição tirada na pesquisa é ter a consciência do poder do consumo de vídeos em nossas vidas. As empresas que não estiverem mudando seu mindset para esse novo formato de divulgação, correm o grande risco de serem esquecidas a curto prazo.

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